terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sempre o possivel

Não quero o impossivel e nem desejo aquilo que as pessoas querem ouvir, desejo o que o destino tiver de melhor a oferecer a elas e a mim.

domingo, 3 de julho de 2011

"Do fundo do meu coração, não volte NUNCA mais pra mim"

A uma semana que eu só penso nessa música:


Do fundo do meu coração (Roberto e Erasmo Carlos)

Eu, cada vez que vi você chegar,
Me fazer sorrir e me deixar
Decidido, eu disse nunca mais
Mas, novamente estúpido provei
Desse doce amargo quando eu sei
Cada volta sua o que me faz

Vi todo o meu orgulho em sua mão
Deslizar, se espatifar no chão
Vi o meu amor tratado assim
Mas, basta agora o que você me fez
Acabe com essa droga de uma vez
Não volte nunca mais pra mim

Mais uma vez aqui
Olhando as cicatrizes desse amor
Eu vou ficar aqui
E sei que vou chorar a mesma dor

Agora eu tenho que saber
O que é viver sem você

Eu, toda vez que vi você voltar,
Eu pensei que fosse pra ficar
E mais uma vez falei que 'sim'
Mas, já depois de tanta solidão
Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim

Mais uma vez aqui
Olhando as cicatrizes desse amor
Eu vou ficar aqui
E sei que vou chorar a mesma dor

Se você me perguntar se ainda é seu
Todo o meu amor, eu sei que eu
Certamente vou dizer que 'sim'
Mas, já depois de tanta solidão
Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim

Do fundo do meu coração
Não volte nunca mais pra mim

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

In my life

Assim como no início e é até hoje. Isso aqui é um desabafo, uma conversa minha comigo mesmo e eu me entendo, pode acreditar. Sei cada pedacinho desse corpo e dessa mente como funciona. Sei quais minhas reações, o que me deixa feliz, o que me deixa triste e as coisas que precisam melhorar em mim. A poucos dias, conversando uma velha nova e boa amiga sobre terapias e necessidades de contar a alguém que seja idônea na situação de como se desenvolvem meus pensamentos para que ela possa me ajudar (no caso, a terapeuta) essa amiga se espanta como quanto me conheço e sei de mim e tenho plena consciência dos meus defeitos e o que preciso melhorar. Já as qualidades, bom, essas são mais difíceis. Tai, talvez seja essa a grande busca que uma terapia pode me ajudar a saber enxergar as minha qualidades e fazer delas o meu brilho. É...acho que esse é meu grande desafio. E desafio dos maiores que eu já tive..e olha que já passei por poucas e boas e até dessas eu consegui abstrair sempre o melhor. Mas porque eu também não consigo lidar com as minhas expectativas e fazer delas uma forma de valorizar meus pontos fortes? Eu busco dentro do mais profundo sentimento do meu espírito a serenidade das coisas. Não quero que o meu mundo seja perfeito e que eu tenha tudo de mão beijada, mas apenas que eu consiga enxergar algumas situações forma mais leve, mais cotidiana, mais desprendida do que parecem ser. Se tivesse que pedir alguma coisa antes de dormi? Sim, pediria serenidade e acalanto. Que a minha cabeça obedeça, realmente, o curso das coisas e que o mundo me dê um pouco mais de ousadia pra não ter a frustração do poderia ser.

domingo, 13 de setembro de 2009

Tudo ao contrário

Dia ensolaradíssimo. Feliz. E tendo certeza de onde é o meu lugar (pelo menos por uns anos). E ainda assim, uma saudade.

domingo, 30 de agosto de 2009

"Detalhes de uma vida"

Sábado eu realizei mais uma vontade. Um treco meio sentimental e familiar, uma saudade gostosa e um pouco sofrida. Ir ao show do Roberto Carlos era uma das coisas que eu mais queria fazer nessa vida. Está entre os top 5 de shows que precisava assistir antes de partir dessa pra uma melhor e dois desses eu já o fiz: Roberto Carlos e Oasis, alguns eu não vou poder realizar mesmo, mas outros ainda estão na lista de espera.
Chegamos ao ginásio, eu e Martina, 1 hora antes do show. Clima tranquilinho e monte de senhores e tios. Na nossa frente, uma família inteira e um pai que dava pra sentir que era feliz com a família que tem mas um pouco melancólico. Ele tinha bebido um pouco a mais. Atras da gente, umas mulheres que não paravam de gritar e de comentar cada coisa do show.
E assim foi, o ginásio foi lotando, lotando...quando o maestro entoou os primeiro acorder de "Como é grande meu amor por você" o lugar estava absolutamente tomado. E ai, as primeiras lágrimas começam a rolar. Um choro de saudade e sentido. Todo mundo cantando junto em coro como poucas vezes eu vi. E logo o personagem principal entra, todo de branco em frente aquela plateia toda: "que prazer. Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo". Um clássico, mas não menos emocionante. E dai então, uma música atras da outra e alguns comentários do próprio que, com certeza, já está mais do que decorado desde o primeiro show dessa turnê. Imagina, o cara cantar o mesmo repertório durante o ano todo.
Mesmo não sendo a católica mais fervorosa e praticante, não tinha como não me emocionar com "nossa senhora", mas uns litros de lágrimas rolaram e não foi diferente quando ele cantou 3 músicas que foram feitas para mãe e o pai:

"...Apesar da distância e do tempo
Eu não posso esconder
Tudo isso eu às vezes preciso
Escutar de você

Lady Laura, me leve pra casa..."


"...Esses seus cabelos brancos, bonitos, esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito, me ensinando tanto do mundo...
E esses passos lentos, de agora, caminhando sempre comigo,
Já correram tanto na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo..."

Dai vem as músicas de temática, como o próprio falou, mais sensual: Proposta (uma das minhas preferidas), Cama e mesa, Cavalgada (também uma das preferidas)e mais um punhado de algumas lágrimas.

Lembranças da jovem guarda em um outro pout pourri que termina com "Jovem tardes de domingo, tantas alegrias. Velhos tempos, belos dias.."

E entre uma música e outra, "detalhes tão pequenos de nós dois" e algumas cafonas, mas que são engraçadas e não deixam de me lembrar das manhãs de "roberto carlos em detalhes": mulher pequena e caminhoneiro ("eu seeeeei...vou correndo ao encontro dela. Coração ta desparado, mas eu ando com cuidado, não me arrisco na banguela..").

E no final, depois de muito choro e muitas risadas das pessoas em torno da gente, viemos embora estarrecidas e emocionadas com tanta coisa.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

All my life

Viajar sempre faz bem pra vida e pra alma. Desde que vim morar em SP acho que já fui para o Rio de Janeiro umas 5 vezes e a cada vez que eu vou, eu gosto mais. As vezes, tenho a audácia de achar que meu tempo aqui em SP está se esgotando e que depois disso eu preciso mesmo é ir morar, passar um temporada no Rio. Cada vez que vou e volto percebo o quanto aquele ar e as possibilidades lá são muuito mais agradáveis para a vida. Mas não vou aqui desmerecer a cidade que me recebeu como se eu, realmente, fizesse parte dela a mais de 25 anos. São Paulo é uma cidade muuuuito querida por mim. Por todas as coisas que já aconteceram desde quando eu cheguei e, olha, eu realmente sou muito sortuda e grata a tudo. Mesmo que para isso eu tenha que ficar longe de algumas pessoas e que abdicar do convívio com essas pessoas seja muito difícil é preciso crescer de alguma forma. Passar por necessidades e dificuldades e crescer, acima de tudo. E cresci e me tornei uma pessoa diferente. Não sei se mais madura, mais feliz...apenas mais eu mesmo. Quem me conhece sabe do que eu to falando e concorda comigo. Vir pra São Paulo foi uma das melhores coisas que poderiam ter me acontecido até hoje. Muito abençoada que sou, sempre agradeço as coisas boas que Deus tem me presenteado.
É muito poder perceber que estou começando a andar com as minhas pernas, mesmo que isso, as vezes, seja difícil. Sempre reclamo que é muito difícil ser gente grande, mas também é muito bom ter responsabilidades e pensar em conquistar as coisas por nossos próprios méritos. E mesmo que crescer significar mais preocupações e "dores de cabeça" é assim que tem que ser, é assim que se cresce. Não faço o me deixaria completamente feliz, mas sou feliz com o que faço e sou conformada com isso...e conformada não de acomodada, apenas aceitei as linhas que foram traçadas pra mim.

sábado, 1 de agosto de 2009

Por quase um segundo

Crescer as vezes doi e é muito dificil. Ter que acordar cedo, fazer 23 coisas no mesmo dias, dar conta de tudo no trabalho. Ter hora para entrar mas não ter para sair. As aulas nos sábado, a monografia que não quer dar as caras. Administrar as crises na cabeça e tentar não sucumbir a desistência.
Não da para sucumbir e desistir assim sem antes pelo menos tentar um pouco. Dessa vez eu vou tentar engolir o choro e aguentar firme sem ter que mostrar fraquezas.
Dai, eu percebo que eu queria ta no colégio e ter a única preocupação de estudar pra matemática, matéria que sempre me deixou de prova final.
São tantas coisas pra resolver, pra pagar, pra administrar que parece que o corpo um dia vai pedir arrego e a cabeça não vai dar conta e o hd vai pifar.
Mas, como disse a minha mãe um dia desse? Quem disse que ia ser fácil? Tenho sangue Oliveira no meu sangue e as mulheres com esse sangue, normalmente, sempre se doam mais do que algumas outras pessoas e são sangue quente e ponta firme.

é isso...desabafo da semana. E ansiosa pela chegada dos meus velhos!